Beleza a qualquer risco

Não há, definitivamente, um consenso acerca de beleza. Muitas pessoas são consideradas bonitas por uns mas ostentam defeitos insuportáveis por outros. E isso é ótimo, já que existe tantas diferenças entre as pessoas.

Mas nem todos compartilham desta lógica simples. Muitos sofrem a vida toda procurando beleza exterior em si mesmas, mas não conseguem se encontrar. Aqui começa um grande problema na vida de muitos deles, e que muitas vezes culmina no fim da vida de alguns.

Não é difícil identificarmos os vaidosos exagerados. Eles se transformam da noite pro dia, se submetendo muitas vezes a tratamentos perigosos e nocivos à saúde, contrastando muitas vezes com o estilo de vida do visual almejado.

Lábios inchados
Imagem: Internet

Pessoas comuns se sujeitam ao #ABSURDO de permitirem que pessoas comuns, que poderíamos facilmente denominar de assassinos comuns, injetem substâncias de origem e ação duvidosa em seus corpos, acreditando em promessas de beleza fácil e eterna.

Esses dias li o relato de uma mulher que fez aplicações de um produto que nem conhecia direito, em um local onde algum amigo do primo do parente do fulano indicou, que obviamente não tinha nenhum registro de nenhum órgão de controle e fiscalização, cujos profissionais eram despreparados e não conheciam seus próprios trabalhos, mas que sabiam usar bem as desculpas que precisavam passar. A pessoa voltou à “clínica” com dores, queimações, lesões visíveis na pele, mas ouvia dizer que era “normal”.

Normal. Uma pessoas que se submete a isso sequer poderia ser chamada de normal, mas não só aceita como paga para ser “infectada” por alguma coisa para se tornar mais bonita. Não! Não é normal! É um #ABSURDO! Todos sabem claramente que não existe milagre estético de graça ou muito barato. Se você não tem condições de pagar por um procedimento fiscalizado e cientificamente comprovado, realizado por um profissional que estudou e se credenciou para realizá-lo, que utiliza materiais esterilizados e de qualidade, então não faça! Na pior das hipóteses, aceite o que você chama de defeito.

Jovem mostra queimaduras na barriga após sessão de bronzeamento em MS (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)
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Agora, como se não bastassem os procedimentos invasivos que se proliferaram mundo afora, as pessoas tem buscado procedimentos de bronzeamento natural feitos em quintais de casas, com exposição a toda ação dos raios solares, ato pode si só duramente criticado por alguns dermatologistas, e ainda sob a ação de produtos químicos “caseiros”, sem rótulos, sem estudos, e aplicados por pessoas sem capacidade para contornar situações que saiam do que consideram normal.

Um #ABSURDO!

Tô trabaiânu!

Eu até gostaria de não falar muito de trânsito. Mas infelizmente não consigo. Pelo simples fato de sair de casa, ou às vezes bastando olhar pelas janelas. Sim, é onde se (con)vive (com) ABSURDOS por todos os lados. Eu perderia até os dedos listando todos que presencio diariamente, mesmo não sendo profissional do trânsito. Aliás, deles eu esperaria uma conduta exemplar, mas não é o que vejo.

Profissionais do trânsito são alguns dos que mais cometem ABSURDOS em seu ambiente de trabalho. Pelo menos perto de mim. Motoboy na calçada é fichinha. Desde o cara que entrega jornais e revistas nos edifícios e residências e que trafega mais nos passeios (calçadas) que nas vias (ruas) até aqueles onde o passeio se tornou via em maior parte do tempo e dos engarrafamentos.

Eu até aceito a justificativa de que o trânsito enlouquece qualquer um, mas então que se parta para buscar nova ocupação mais “leve”. Outro dia um motorista profissional, descarregando toda sua raiva em seu caminhãozinho, me arrancou o retrovisor e seguiu seu caminho. Eu, errado como ele, o segui até fechar sua “arma” num sinaleiro, desci do carro e o fiz descer também. Ele pagou o conserto, pois por algum motivo pensou que eu fosse “puliça”. E me confessou que o trânsito o deixava louco…

Outro dia fui surpreendido por um senhor, proprietário de um estacionamento no centro de Goiânia, que avançou pela calçada com uma caminhonete, que não era dele, pois ele usava o passeio como estacionamento provisório para os veículos de seu negócio, que abriga cerca de 10 a 20 veículos a mais do que suporta. Então ele vai manobrando pra um sair, pra outro entrar, e assim aumenta seu faturamento.

Na mesma direção, caminhões e outros veículos são estacionados sobre as calçadas, muitas vezes nas esquinas (lugar preferido dos distribuidores de bebidas), e tranquilamente seguem seus trabalhos, sejam eles de entrega, manutenção, reforma predial, sei lá. Quando abordados por pessoas que não são autoridades de trânsito, ou seja, por pessoas que apenas reclamarão e seguirão suas vidas, mesmo que cheios de rancor, dizem que estão trabalhando. Mas que ABSURDO! Por que não pensar em veículos menores para fazer as entregas? Por que não procurarem vagas de verdade como as pessoas corretas fazem? É mais fácil se desculpar a procurar fazer o certo. E não só isso, serão cobradas de seus chefes se atrasarem entregas por estarem procurando vagas para estacionar.

Que tal chamar a imprensa? Experimente chamar uma equipe que faz “ao vivo” e vejam onde eles estacionam? Durante o período eleitoral, vi diversas vezes equipes da imprensa estacionando nas calçadas, seus veículos grandes que ocupam toda a passagem dos mortais…

    
    

Vamos chamar a lei? Outro dia, próximo a um cursinho preparatório para policiais (???), motociclistas estacionavam em fila dupla calçada adentro. E pedestres tinham que dar passagem a eles, especialmente os atrasados. Pensam assim mesmo nossos (quem sabe?) futuros oficiais? Que ABSURDO!

Claro, como sempre, não são todos que fazem as coisas erradas. Raramente encontramos ou nos comportamos como pessoas corretas, que seguem as leis. Ou mesmo como pessoas inteligentes e ponderadas, que procuramos AGIR da forma correta, como deveriam fazer PRINCIPALMENTE aqueles que vivem no trânsito e dele (sobre)vivem.

Não tá fácil…

Mais um “fim dos tempos”

Esta semana um portal de tecnologia, TecMundo, publicou um artigo entitulado “A tecnologia  vai devastar a classe média, dia Stephen Hawking”, que pode ser conferida na íntegra aqui.

Na matéria, o maior físico da atualidade, um modelo de superação de deficiências físicas, enumera fatores como automação de fábricas, crescimento da inteligência artificial, enfim, o avanço tecnológico substituindo as pessoas na cadeia produtiva.

Independente do fato de a tecnologia tomar lugar das pessoas no trabalho, eu tenho a minha teoria: a tecnologia vai devastar as relações interpessoais.

Sem drama, apenas observando.

Outro dia tive a oportunidade de sair de casa já no início da noite para ir a um mercadinho próximo de casa. Embora seja curto o caminho, ele passa por um bar de classe média alta. Na ida o que me chamou a atenção foi uma mesa com 3 pessoas sentadas, cada uma com seu smartphone na mão, todos de cabeças baixas. Na minha volta, percebo na mesa ao lado daquela, uma mesa com 6 ou 7 pessoas, onde provavelmente uma ou mais tinha deficiência auditiva, as pessoas conversavam em linguagem de sinais.

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Imagem: internet

Claro que no segundo caso todos tinham que se olhar, senão não se entenderiam. Não haveria comunicação. No primeiro caso havia comunicação, mas não havia emoção. Que contraste! Que ABSURDO as pessoas deixarem de se olhar, de perceberem umas às outras, de olharem mais do que a foto do seu perfil conta. Foto de perfil é uma grande farsa. Cuidado com isso! Aliás, cuidado com pessoas que evitam o contato pessoal, mas “se jogam” nos apps de relacionamentos sociais.

Confesso que senti vontade saber linguagem de sinais. Não pra bisbilhotar o que diziam, mas pra fazer parte daquele papo gostoso, onde gestos e sorrisos se confundiam. Senti vontade fazer parte daquela mesa, daquela turma. Porque ali tinha amizade, tinha carinho, tinha vida.

As pessoas têm deixado de serem naturais para postarem quem não são. Nem de perto são aquilo. Se isso não for indício do fim dos tempos, certamente já é o fim pra muitos.

Irresponsabilidade sem direção

Domingo de manhã, Setor Universitário, Goiânia-GO, num posto de combustíveis qualquer. Fui abastecer meu carro e vi a clássica cena que sempre se vê pela cidade toda: vários jovens ao redor de um carro com o som ligado, próximos a um enorme painel que dizia “Proibido ligar som automotivo”, regados a cervejas e uma garrafa de outra bebida mais forte.

Imediatamente me lembrei que, a cerca de um mês, a cidade se abalava com a trágica morte de uma jovem em uma das mais importantes avenidas da capital. Morte de trânsito. Morte de quem pacientemente aguardava a abertura do semáforo e foi atropelada por um bêbado que, mesmo com a limitação de 60 Km/h e intensa fiscalização, veio derrubando tudo e todos que estivessem em sua frente.

HB20 arrastou corpo de motociclista após atropelamento, segundo a Polícia Civil, Goiás (Foto: Divulgação/Dict)

Foto: Internet

Questionei ao frentista se ele sabia me explicar qual seria a graça de ficar ali cinco caras, sem mulheres, bebendo e ouvindo música, contrariando inicialmente as normas do próprio estabelecimento que os acolhia. A resposta não poderia ser mais interessante:

“Não entendo isso não, senhor. Sou crente, não bebo, não vejo graça. Mas o pior o senhor não sabe: estão aí desde ontem, não estão respeitando a placa (se referindo à proibição de som automotivo), e já saíram outros muito bêbados daqui. Incomoda até os vizinhos. Teve um que me chamou e perguntou quanto ele devia. Eu disse que ele não tinha abastecido. Se eu fosse ruim teria cobrado uns 200 reais dele”. Perguntei se ele teria saído dirigindo. “Claro!”.

Foto: Internet

Isso me remete à minha desesperança em relação às pessoas. Todos aqueles que cometem o #ABSURDO de se embebedarem e saírem nas ruas com sua arma de vários cavalos de potência SABEM da proibição, e ainda mais, sabem o MOTIVO de tal prática ser proibida. E insistem que não vai acontecer nada com eles, ou que estão acostumados, ou que têm controle de seus atos. Mas quando matam inocentes, se vestem de inocentes também em discursos humildes que contrastam com a arrogância que a bebida proporcionou.

O pior é que todos sabem onde estas coisas acontecem. Elas acontecem com frequência. Todos sabem. Até mesmo quem devia combater tais práticas. As autoridades sabem, mas talvez tivessem que passar a madrugada ali pra aguardar o cara entrar no carro e sair, para então ser autuado ou preso, se for o caso.

Foto: Internet

E querem saber do pior? Vão continuar bebendo e matando, e quando a vítima estiver em um bairro nobre, em uma avenida movimentada, a mídia vai dar espaço pra esse tipo de aberração.

#ABSURSDO

Procuramos a dependência

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Imagem: Internet

Esta semana o Brasil foi atingido por uma espécie de bomba atômica. Todo o país foi vítima de seus efeitos devastadores. A grande maioria de nós carregava uma parte daquela bomba em seus bolsos e bolsas. Muitos ficaram perdidos. Muitos ficaram desesperados. Muitos entraram em pânico. Houve correria, quebra-quebra, gritos de horror. O Brasil ficaria DOIS DIAS sem WhastApp.

Obviamente muito do que eu disse é exagero, mas infelizmente muitas coisas também são verdade. As pessoas se tornam tão dependentes da tecnologia, se tornam reféns, escravas de algo que não se sabe ao certo de onde vem, onde fica, onde vai. Se o Facebook, dono do WhatsApp resolvesse acabar com o App da noite para o dia, o desespero certamente tomaria conta de muitas almas perdidas.

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É um #ABSURDO como as pessoas se entregam à falta do que fazer. A grande maioria usa a rede social como única fonte de informação, como a única forma de contato. Quando se tira das pessoas algo realmente sério, elas não sabem o que fazer. Quantas pessoas passam a maior parte do dia com a cabeça baixa, sobrecarregando as articulações do pescoço com o peso da cabeça inclinada, estragando seus corpos enquanto dirigem a altas velocidades?

Sim, é verdade! Ontem fiquei observando num cruzamento, por alguns instantes, a quantidade de pessoas cometendo irregularidades no trânsito. Geralmente eu notava a falta do uso de cinto de segurança, que é assustadora, mas de um tempo pra cá até minha atenção em relação ao uso do acessório que pode salvar vidas ficou em segundo plano. O que eu vejo são pessoas “voando” com suas cabeças abaixadas e celulares em uma das mãos. #ABSURDO! Caso haja necessidade de frear ou desviar de uma vida em sua frente, não haverá tempo hábil nem mesmo mãos disponíveis para uma possível reação.

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Entendo que muitas empresas e muitas pessoas usam o WhatsApp para trabalhar, para se comunicarem com clientes, parceiros, amigos, família, enfim, assuntos sérios. Mas muitos de nós sequer se deu ao trabalho de buscar informações da razão do bloqueio. Querem saber?

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Os bandidos estão deixando de usar os métodos convencionais de comunicação para se falarem pelo WhatsApp. O grupo de que investiga o Crime Organizado no Ministério Público de São Paulo, cansado de ter tantas tentativas frustradas de obter conversas do aplicativo, lembrando que esta obtenção de conversas se baseia em pedido judicial, deu um recado ao Facebook: andem nas regras do Brasil ou deixe-o.

Mas muitos sequer souberam ou mesmo saberão disso, pois “não saiu no zapzap”…

Quando um erro parece ser justificado por outro

Muitas pessoas tem comentando muito sobre corrupção, sobre o que é certo e o que é errado, especialmente diante do cenário político que temos vivido no Brasil. São mentiras, acordos, armações, mais mentiras, sempre coisas que revoltam pessoas de bem, pessoas que trabalham arduamente para garantirem seu sustento e seu conforto.

Acontece que muitos dos que criticam e reprovam algumas atitudes acabam cometendo erros que, por menores que pareçam, são formas de corrupção de de erros criticados por eles próprios, mas somente quando são outros os errados.

Curioso como algumas pessoas procuram mensurar os erros para se sentirem confortáveis ao criticarem erros alheios, especialmente se o outro lhe parece maior ou mais grave.

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Foto: Renato Oliveira

Esta semana vi um caminhão da Prefeitura de Goiânia com todo seu peso sobre um passeio bonito e que certamente não foi construído com intuito de suportar toda aquela carga. Mas estava a trabalho, enfeitando uma árvore com mangueiras de luzes para o Natal. Lindo, não? NÃO! Não se pode justificar um erro cometendo outro. Se meu veículo ou o seu estivesse parado ali certamente seríamos autuados caso fôssemos flagrados. Mas é da Prefeitura, então está tudo certo. Certo? Errado!

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Uma boa opção talvez fosse chamar a imprensa para denunciar, mas aí passo em frente ao Lyceu de Goiânia e um veículo de uma emissora estava sobre o passeio recém construído, imagino eu que para pedestres, não para veículos pesados. Mas era para dar a notícia, para manter a população informada, então está tudo certo. Certo? Errado de novo.

Infelizmente o trânsito é uma seara onde se veem #ABSURDOS todos os dias, em todos os lugares, o tempo todo. Mais infelizmente ainda é saber que atitudes assim acontecem em todos os lugares envolvendo todos os tipos de pessoas.

É um #ABSURDO!

Tapa ou não tapa?

Eu começaria escrevendo que nossas cidades sofrem muito nas mãos dos governantes que elegemos, mas prefiro acreditar que nós sofremos mais que elas.

Precisamos da cidade para tudo, para descansar, trabalhar, comer, divertir, e muito mais. Quem vive numa capital convive com problemas maiores do que os que ainda podem viver no interior do País.

Neste contexto as pessoas precisam se deslocarem de um lugar para outro. Aí vem alguns dos problemas que incomodam tanto as pessoas.

A grande maioria não se sente satisfeita com a qualidade do transporte público. Usa quando precisa e se não tem condições de sair dele. E quando sai cai, literalmente, em outro problema. Os buracos que as cidades oferecem são geralmente imputados ao tempo de chuva, embora tenhamos muitos deles sempre. Quase ninguém se lembra de responsabilizar as más gestões que contratam e aceitam serviços de péssima qualidade, tudo em nome da economia, pra não levantar suspeitas de outros fatores que levam as empreiteiras forrarem nosso cascalho com finas camadas de abuso.

Então naturalmente os buracos aparecem, trazem prejuízos aos proprietários de veículos, e trazem também acidentes aos condutores e pedestres.

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Imagem: internet

Surge então a figura do “tapa buracos”. São operações de mesmo nome se proliferando por todo o Brasil. Muitos até acreditam que estas operações já são programadas lá atrás, quando se contratou a primeira pavimentação. Mas isto deve ser lenda, né?

Em Goiânia, cidade onde vivo, as operações comuns são uma verdadeira comédia. Bem, seriam uma piada, mas o assunto é sério demais para fazermos piada disto.

Já vi caminhões andando lentamente enquanto um funcionário da prefeitura jogava uma massa lá de cima, enquanto os demais “ajeitavam” a massa jogada nos buracos, deixando um “montinho” para que os carros que passarem por ali em seguida finalizassem o trabalho. Obviamente a qualidade final do trabalho será péssima. Em vez de igualarem a nova massa ao mesmo alinhamento da via, o que evitaria desníveis que podem por si mesmos provocarem novos buracos, jogam e deixam que nós sujemos e estraguemos as pinturas de nossos carros.

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Imagem: internet

Tem coisa pior ainda: muitos trabalhadores, os mesmos que alguns de nós praguejamos e pensamos “eles não passam com seus carros aqui, por isto fazem desta maneira”, correm risco de morrer e de sofrerem acidentes. Claro que não são os únicos culpados, pois cumprem o que se determina em gabinetes refrigerados. Mas aceitam e se tornam parte do problema.

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Imagem: internet

Existem ruas em bairros nobres como o Jardim Goiás, especificamente a Avenida E, uma das vias que mais recebe tráfego, onde a qualidade do asfalto é tão ruim que acaba me fazendo entender a quantidade de caminhonetes e SUVs vendidos na capital goiana…

O resultado de tudo é uma população cansada de desculpas e da péssima qualidade com que se corrige um problema que NÃO DEVERIA estar acontecendo.

É um #ABSURDO o descaso das prefeituras de grande parte do Brasil com a infraestrutura viária.

As dores e delicias da Paternidade

É preciso muita coragem e esforço – quase que um empurrão interno – para tentar ser um pai de verdade. Explico o motivo: Infelizmente, nossa sociedade ainda tem uma visão extremamente machista e enxerga somente as mulheres como cuidadoras. Ao homem cabe o papel de provedor e à mulher, cuidar dos filhos e da casa, mesmo que tenha uma extenuante carga de trabalho fora de sua residência.

Se um homem, na condição de pai, resolve sair com seus filhos sem a esposa, é confusão na certa, principalmente se são bebes, e independentemente do local e do motivo. Ao levar os filhos ao médico pediatra ou participar de reunião na escola, os olhares são de espanto ou de admiração por realizar uma função, a meu ver, obrigatória.

Um exemplo disso é o fato de que em estabelecimentos, em geral, não existem trocadores em sanitários masculinos. A maior parte dos trocadores (quando existem) está sempre dentro de um banheiro feminino. Então, na condição de pai, se eu precisar trocar a fralda suja de meu filho, devo me aventurar e colocar a segurança da criança em lugares pequenos e sem nenhuma estrutura, geralmente uma pia suja. E o pior: nesta situação, os olhares, outrora de admiração e/ou espanto, passam a ser de desconfiança. Nos estabelecimentos, shopping centers geralmente, que disponibilizam fraldário familiar, a simples entrada de um homem já provoca burburinho, com mães escondendo com seus corpos, a criança a ser limpa. Somos julgados e condenados sob o rito sumaríssimo: PEDÓFILO.

Com as frequentes mudanças de nossa sociedade, inclusive da formação familiar, é salutar que os serviços também atendam as atuais necessidades. Uniões homoafetivas de dois homens que adotam crianças, lares onde o homem é quem assume as tarefas domésticas ficando em casa e a mulher é quem sustenta financeiramente a casa, são parte das mudanças e situações vistas com frequência.

Sou casado, e assim como minha esposa, trabalho oito horas e divido as obrigações do lar e do cuidado com meus filhos. Felizmente, recebi uma educação que igualava homem e mulher entre direitos e obrigações, e isso refletiu no meu casamento e na paternidade. Diferentemente de ajudar, como se estivesse fazendo um favor, eu procuro exercitar o real significado de cuidar e criar um filho. Acredito e tenho certeza que não estou sozinho.

A instalação de trocadores em estabelecimentos de livre fluxo de crianças, tais como: hospitais, consultórios médicos, postos de saúde, centros clínicos, creches, escolas, teatros, museus, postos de combustível, centros culturais, igrejas, shoppings, pedágios, estações rodoviárias, clubes e associações, hotéis e restaurantes não causaria uma oneração significativa, e poderia ser um catalisador de reais ações para inserir, legitimar e responsabilizar o homem no cuidado aos seus filhos, já que esse papel pode ser frustante, enlouquecedor e muito cansativo, mas também é incrivelmente transformador, emocionante e libertador.”

A violência e seus novos métodos

Uma matéria em um portal de notícias me chamou a atenção pela novidade: um bandido, ao tentar retirar a aliança de uma mulher durante um assalto em Fortaleza-CE, resolveu MORDER o dedo da mulher para que a aliança, que se recusava sair do dedo da mulher, fosse removida.

É ridículo imaginar a cena! Um #ABSURDO!

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(Imagem: internet)

Além da perda do símbolo da união do casal, a mulher deve ter sentido algo extremamente desagradável quando o sujeito mordeu seu dedo.

É mais um dos sinais de que os bandidos estão cada vez mais sem limites. Pra piorar, uma mordida hoje em dia durante um assalto tem parecido algo leve. Eles têm matado suas vítimas sem razão aparente e sem motivo ou consequência.

Os tempos estão absurdamente nos colocando, nós cidadãos de bem, em situação de pânico diante da crescente realidade da violência que se aproxima de nós a passos largos.

Tem pai que não merece.

Imaginem a cena: estava andando pelo centro de Goiânia, e à minha frente caminhava um homem com uma criança de uns 5 a 6 anos no colo. O homem entrou em um carro relativamente velho e sentou a criança em seu colo. Quando passei ao lado deles, ouvi o sujeito dizer “Então vamos!” e sentando a criança no banco da frente, sem o cinto de segurança, e o mesmo também não fez uso do acessório.

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(Imagem: internet)

Como sou pai e tomo todos os cuidados possíveis para garantir o conforto e a segurança das crianças que andam comigo, ainda que não sejam meus filhos, me senti incomodado. Caso ocorra um acidente com aquele veículo, a criança certamente sairá machucada. E o pai talvez sequer se sinta responsável.

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(Imagem: internet)

É um #ABSURDO como as pessoas são desligadas com aquilo que muitos de nós consideramos correto. Andar com o cinto de segurança, não atravessar o sinal vermelho, não furar fila, não oferecer nem aceitar propinas… É, parecem ser coisas distintas, mas são atitudes muito próximas. Cada vez que a pessoa faz algo errado SABENDO estar cometendo uma falha ou uma infração, por mais leve que possa parecer, é uma grande porta para que possa cometer crimes ou delitos.

Temos que começar pelo básico!

Caminhando na escuridão

Parque Flamboyant, um dos mais belos parques de Goiânia, contemplado com uma boa pista de caminhada e ciclismo, e que atrai muitas pessoas ali para praticarem atividades físicas e descansar um pouco suas mentes da correria cotidiana.

Quando foi inaugurado contava com segurança, iluminação, até Wi-fi. Mas como a grande maioria das obras públicas foi ficando de lado. Muitas vezes passa muito tempo sem manutenção, e a grama cresce muito no local.

Recentemente tenho visto até funcionários da Prefeitura cuidando da limpeza e a Guarda Civil Metropolitana ou a Polícia Militar cuidando do local durante o dia.

Mas…

Cai a noite e cai também a segurança. Os guardas, que geralmente ficam parados em um único ponto, e diga-se de passagem que este ponto não oferece cobertura visual de todo o parque, se vão. E a escuridão tem tomado conta da pista de caminhada quando a noite chega. Vale lembrar que muitas pessoas não conseguem praticar suas atividades à luz do dia, e precisam deste tempo para exercitarem-se, mas esperam que não haja nenhum tipo de risco em sua prática muitas vezes diária.

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FullSizeRenderAs duas fotos acima foram enviadas por uma leitora do Blog Absurdo que tenta fazer caminhadas diárias com segurança e conforto ali. Numa delas se vê um poste com a lâmpada apagada, e outra um “túnel” de vegetação onde, ao que se vê, parece mais um “trem fantasma” de parque de diversões. E sem diversão alguma, pelo que ela mesma constatou.

DIZEM que a iluminação em Goiânia deve melhorar nos próximos dias, após o frustrante e desastroso contrato da Prefeitura com uma empresa que faria a substituição das mesmas, mas devemos, como sempre, esperar para ver. Isto se houver lâmpadas, senão não veremos nada…

É um #ABSURDO!

Tecnologia pra punir quem precisa de punição.

Semana passada foi veiculada uma notícia vinda de Jataí-GO, onde fiscais de trânsito estariam autuando condutores remotamente, baseando-se em imagens das câmeras da Superintendências de Trânsito do Município.

A notícia veio do Jornal O Popular e pode ser conferida AQUI.

Perfeito isto!

Eu sonho com este tipo de ação há muitos anos. Tenho um desejo de que este tipo de ação possa ser multiplicada e aplicada em todo o Brasil.

Particularmente acredito ser uma das atitudes mais inteligentes, ainda mais por ser um profissional que trabalha e respira tecnologia. Em Goiânia poderíamos facilmente elencar vários pontos passíveis de instalação URGENTE de câmeras como aquelas, já que as irregularidades são constantes e diárias. E infelizmente o cidadão só busca melhorar quando é punido, devidamente flagrado e multado.

Aqui embaixo listarei com imagens alguns pontos onde passo todos os dias e sempre vejo as mesmas irregularidades. O pior é que nestes pontos vejo veículos de prefeituras e algumas entidades.  Acima veículos na Avenida E, Jardim Goiás, próximo ao SAMU.
  O mesmo ponto (Avenida E, Jardim Goiás, próximo ao SAMU), visto no mesmo momento da outra foto, mas do outro lado.  Avenida Tocantins, Centro de Goiânia: veículo importado estacionado em vaga reservada para deficientes, mas sem adesivo que justifique alguma deficiência
  Cruzamento das Ruas 54 e 61, Jardim Goiás. Os caminhões param sobre a calçada em local de proibição de parar e estacionar. Param também nas esquinas. Todos os dias.  Rua 16, Centro de Goiânia. Placas de proibição de estacionamento não incomodam os condutores, que se utilizam deste ponto para estacionar diariamente. Muitos veículos de prefeituras goianas são vistos aqui também.
Rua 16, esquina com Rua 12, Centro: Quando não tem muitos carros na 16, tem alguns na esquina, sendo que o local recebe grande número de veículos.

Estes são alguns dos pontos onde DIARIAMENTE ocorrem AS MESMAS infrações, muitas vezes pelos mesmos condutores, onde poderia haver algum tipo de ação em tempo integral, ainda que com o uso de tecnologia. Se houve um dia um estudo que levou aquele trecho a sofrer restrições quanto à parada ou ao estacionamento, já há argumentos suficientes para justificar uma licitação para aquisição de equipamentos. Assim a “justificativa” de falta de efetivo poderia ser ao menos amenizada.

Faixas imaginárias 

Em Goiânia é muito comum percebermos #ABSURDOS no trânsito. O tempo todo podemos encontrar pessoas que não aparentam ter o mínimo preparo para a condução de um veículo nas ruas. Elas parecem estar em um mundo paralelo, um mundo próprio. E por isso devem pensar que as leis de trânsito foram feitas para os outros condutores, de forma que as vias fiquem disponíveis para que eles cometam suas irregularidades.

 
A foto acima mostra o cruzamento do anel interno da Praça Cívica  com a Avenida Universitária, no centro de Goiânia. Não faz diferença o dia em que foi tirada, pois reflete a situação diária daquele ponto.

Existe apenas uma faixa, a da direita, que dá acesso à Avenida Universitária, o que não impede os motoristas de criarem mais uma ou duas “faixas alternativas” para conturbar o acesso e naturalmente tirar vantagem sobre aqueles que pacientemente esperaram sua vez na faixa correta. Obviamente isso gera tumulto diário neste ponto.

Como todos os infratores são pessoas “espertas”, que gostam de se aproveitar da honestidade dos outros, eles desaparecem como mágica quando existe fiscalização no local, umas vezes feita pela SMT, outras pela PM.

Mais um dos #ABSURDOS do trânsito goianiense.

Nas mãos da distração

Muitos de nós não temos condições de andar pelo trânsito com veículos próprios. Outros até possuem veículo, mas preferem optar pelo transporte público, por comodidade ou mesmo economia.

O fato é que as políticas públicas atualmente pregam a necessidade de transporte público de qualidade para desafogar o excesso de veículos no trânsito das grandes cidades.

Mas aí começam os problemas. Veículos de transporte público muitas vezes são mal conservados e proporcionam grande desconforto a quem depende ou mesmo quem escolhe este meio de locomoção.

 
A foto acima foi tirada durante o dia, no meio do trânsito. Notem que o motorista fala ao celular com o ônibus em movimento, transformando o veículo em uma verdadeira arma. A desatenção dele pode ser fatal, mesmo que ele acredite ter controle das vidas que ele carrega e das outras que estão por perto.

Profissional de trânsito assim? É um #ABSURDO!

Se esta rua fosse minha…

Rua 54, Jardim Goiás, Goiânia, Goiás, Brasil. Uma rua onde quase sempre estamos mostrando buracos e um asfalto que mais parece um parque de diversões.

Andar de carro ali sempre nos remete à insatisfação, ainda mais lembrando o quanto se paga de impostos na região.

A primeira reação que vem à mente do cidadão é culpar a prefeitura. Calma, eles até podem ter parte de culpa no problema, mas por enquanto não são eles os culpados por transformar uma rua estreite cheia de edifícios num verdadeiro queijo suíço. Grande parte destes edifícios descarregam toda a água das suas refrescantes piscinas diretamente nas ruas. Isso mesmo, sem nenhuma preocupação, sem nenhuma alternativa.

Não sei se é legal ou ilegal, mas não posso acreditar que é correto. Despejar toda a água de vários condomínios toda semana num asfalto fino e cheio de remendos é um #ABSURDO. Deveria haver fiscalização, orientação e punição para quem faz isso. O mínimo que deveria ser feito é obrigar todos os prédios que derramam água desta forma nas ruas se responsabilizar pelo reparo no asfalto. Mas sabem o que acontece? Nada! Continuam “chovendo” o ano todo, sem preocupações. O pior é que seus moradores também colocam seus carros nos mesmos buracos.

Rio Sexta Avenida

Estamos no fim das chuvas, pelo que se diz por aí. Apesar do mundo estar cada vez mais instável, chovendo em época que antes não chovia, esquentando cada vez mais, e com a tendência de piorar sempre, já que nós (pessoas em geral) não temos consciência ecológica ou se temos não a colocamos em prática.

O fato é que em Goiânia as chuvas trazem um alívio pra muitos, haja visto que nosso clima quase sempre muito quente faz com que as pessoas concentrem suas preces pedindo água. Ainda mais que este ano se falou muito em crise hídrica, falta de água para a população, crise no abastecimento, reservatórios secos. Muita gente espera ansiosa pelo período chuvoso. Mas nem todos…

A Sexta Avenida, Setor Leste Universitário, na altura do número 219, é um local onde as pessoas que ali moram, trabalham ou frequentam desejam que não chova mais. Não até que algum representante dos órgãos públicos se manifestem e busquem uma solução para um problema que acontece em CADA CHUVA ali. Por menor que seja o volume de água de chuva, rapidamente o trecho se transforma em um verdadeiro RIO.

Carros são arrastados sem a menor dificuldade. Pessoas são impedidas de atravessar a rua, sob risco de também serem arrastadas. Pode ser perigoso para quem se arrisca a atravessar, mesmo na faixa de pedestres que ali existe. E o problema acontece somente na faixa sentido Jardim Goiás – Praça Universitária.

 Não sei se uma só razão define o problema. Na minha opinião são duas as causas dos problemas:

1. Não há bocas de lobo para escoamento da água nesta quadra. A avenida recebe água que escorre das ruas transversais e o volume fica muito grande.

2. A inclinação da rua impede que a água desça para a outra faixa, onde a água é totalmente absorvida. Não há como a água ser absorvida.

Poucos minutos de chuva ali são motivo de desespero para proprietários de carros, que saem correndo para tentar salvar seus veículos.

Absurdo!

Pode?

Claro que não se pode cometer uma irregularidade em nome da comodidade. As ruas fotografadas abaixo são na verdade vielas da Avenida 83, no Setor Sul de Goiânia. Muito próximas da Praça Cívica, a região recebe muito veículos. E o motorista goianiense encontra nos passeios público o alívio para estacionarem seus veículos próximos aos seus destinos, ignorando totalmente pessoas que possam passar por ali a pé, nas calçadas. Na foto abaixo, próximo a um banco, percebe-se que não há outra alternativa ao pedestre senão ir para a rua se quiser seguir caminho.

Aqui embaixo, outra viela bem próxima, os veículos estacionam ali sobre o passeio todos os dias. Parece que tem uns motoristas que já tem vaga cativa, pois sempre estacionam no mesmo lugar. Penso que devem chegar de manhã e se alegrarem ao perceber sua “vaga” livre, quando na verdade aquilo nunca foi uma vaga de estacionamento.

Este trecho fica próximo da Corregedoria da Polícia Militar de Goiás, e em outras ocasiões presenciei viaturas da mesma PM estacionadas da mesma maneira.

O questionamento do #ABSURDO fica por conta das autoridades que tem conhecimento dos locais onde as infrações ocorrem com regularidade e aparentemente ignoram. É como se escolhessem quem autuar ou não.

Daqui a pouco teremos todos que andar de carro, na contramão da modernidade das grandes cidades mundiais, e usarmos dos passeios como estacionamento. Quem sabe mudar as leis para que os veículos sejam privilegiados em detrimento dos pedestres?

Problemas centrais 

Circular pelo Centro de Goiânia não tem sido fácil. Quem vai de carro tem que enfrentar constantes engarrafamentos. Se for em algum momento de protestos, local preferido de todas as categorias, é impossível.

Também terá dificuldade para estacionar, uma vez que a Praça Cívica, que era um refúgio para fugir dos altos preços dos estacionamentos particulares, não serve nem servirá mais para este fim. Aliás, os preços dos estacionamentos agora dispararam de vez. Não há como fugir.

E por falar na obra, vai bem devagar. São poucos funcionários trabalhando, e o maior movimento deles nos últimos dias parece ter sido para instalar uma placa explicando como ficará a praça depois da obra concluída e, claro, dizendo que a cidade ficará bem melhor.

Além do mais, como se vê na foto abaixo, vários veículos se utilizam do que antes era uma faixa de trânsito para estacionarem, DIARIAMENTE, em situação que aparenta ser irregular. Com a palavra: SMT.

Esta semana, durante a manifestação (justa!) dos taxistas, presenciei uma ambulância parada, sem ter como se mover pois os carros à sua frente também não se moviam. Não havia espaço.

Mas continuemos falando em circular pelo centro da capital. Se você vai ao Centro de ônibus, prepare-se para encontrá-los lotados e com as péssimas condições de conforto que a maioria oferece.

Se vai a pé, vai se deparar com lixeiras como esta da foto abaixo. Sem fundo, deterioradas pelo tempo, e tempos de educação ambiental, onde pregamos por todos os lados que não se deve jogar lixo no chão, em casos assim não há outra opção. A não ser que “rode” mais alguns bons metros para encontrar outra lixeira e torcer para estar em melhor estado.


Fica difícil para quem vai a passeio, quase impossível para quem vai a trabalho, e bastante desmotivador para qualquer cidadão, goianiense ou não, se sentir à vontade no centro de Goiânia.

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Sinalização?

Mais um ponto de Goiânia se encontra jogado à própria sorte, ou à sorte dos condutores que circulam pelas ruas 54 e 61, no Jardim Goiás, bairro considerado nobre da capital goiana.

O cruzamento está com a sinalização horizontal apagada há um bom tempo e muitos veículos cruzam-no em alta velocidade a qualquer hora do dia.

Resta aos motoristas a torcida para que não se tornem vítimas do descaso da SMT com a região.

O mesmo cruzamento é um dos pontos onde irregularidades relacionadas ao #trânsito ocorrem todos os dias, pois o alto fluxo de veículos faz com que muitos motoristas se sintam à vontade para estacionarem seus carros sobre o passeio, como se vê na foto abaixo, tirada bem próxima dali.

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Inversão de valores

Quando eu disse, no post passado, que não era necessário sair de casa para presenciar uma série de #ABSURDOS que acontecem por aí, de comportamentos contrários ao que aprendemos como “certo”, me referia à seleção de notícias que os veículos de comunicação nos oferecem para “comprar” nossa atenção.

Então inauguro com este post os #ABSURDOS ON LINE, que são comentários sobre notícias veiculadas em grandes portais (ou não!) que vieram à nosso conhecimento mesmo que não as procurássemos.

Professor que teve o nariz quebrado por aluno vai abandonar a profissão (G1 em 06/05/2015)

O cara foi agredido pelo aluno dentro da sala de aula, provocando uma total inversão de valores que aprendemos desde crianças. Aprendemos que os alunos devem ser respeitados e até amados, muitas vezes chamado de MESTRE deveria ser referência aos alunos. Quando errados em atitude, devem ser cobrados pelos seus superiores. Quando errados em ensinamentos, devem ser cobrados pelos seus alunos para que os corrijam.

Aluno quebra nariz de professor usando um tijolo em Rio Claro (Foto:  Roberta Estevão/Arquivo Pessoal)
Aluno quebra nariz de professor usando um bloco em Rio Claro (Foto: Roberta Estevão/Arquivo Pessoal)

 

Mas um professor ser agredido fisicamente por um aluno é um #ABSURDO! Algumas pessoas, como este aluno, perderam a capacidade de argumentar, de debater, de discutir, e usam a força bruta como o que pensam ser solução para algo que sequer merecia ser debatido.

E pra aumentar o problema da notícia, o professor disse que sua baixa remuneração também será uma razão, além da violência, claro, para abandonar a profissão. E não é o primeiro que ouço falar ou vejo pessoalmente que abandonou a carreira pelos mesmos motivos.

Em um país onde se discute o CAOS em diversas áreas, o ser humano fica pequeno diante de uma realidade tão devastadora. Discutir segurança? Ah, a base é a educação, então temos que investir nela? E quando as duas falham de uma só vez?